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Já não moro aqui. Mudei-me.

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Pontos fortes e fracos da Biblioteca da ESMAVC

Tentativa falhada de incorporar um Prezi no WordPress.

http://prezi.com/jdgfczpdq95j/untitled-prezi/

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A biblioteca escolar no coração das aprendizagens

Uma visão finalista da Biblioteca escolar e do professor bibliotecário.

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Seminário BOAS PRÁTICAS

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Estes seminários têm uma vantagem: entusiasmam. Umas comunicações mais, outras menos e outras assim assim.

Eu gostei da apresentação da nossa colega do Agrupamento de Escolas de Gil Vicente. Fiquei roidinho de inveja com aquelas páginas de visualização dinâmica que nunca me tinha atrevido a experimentar e a primeira coisa que fiz quando abri o computador foi converter a apresentação do antiquado blogue da ‘minha’ Biblioteca. Houve aqui algum ganho em termos pedagógicos? Bom, isso não interessa agora. Ficou a vontade de convencer os colegas a colaborar, em articulação com a Biblioteca, na realização de um blogue com a participação de toda a escola no âmbito, por exemplo, do contrato de leitura. Uma grande base de dados com os textos dos alunos e a fotografia da capa dos livros que leram e respetiva classificação. Traz imensas vantagens e cumpre muitos objetivos pedagógicos. que eu me vou escusar de enunciar.

É certo que umas coisas convencem mais e outras menos. Por exemplo, eu reconheço que os resultados de uma sondagem têm um grande poder persuasivo, mas convenhamos, há que haver alguma isenção na realização das questões para que as respostas sejam fiáveis. Perguntar a um menino que não lê se passaria a ler se lhe dessem um tablet para as mãos não me parece que o valor da resposta tenha um significado por aí além. Pelo contrário, parece-me antes uma forma grosseira de convencer que é com os tablets que vamos ganhar a batalha da iliteracia e aumentar os hábitos de leitura entre os petizes. Sem querer, lembrei-me da história do meu velho tio Felizardo. Na aldeia onde era professor, convenceu-se de que havia muita rapaziada que não ia à escola porque não tinha sapatos. Então, tratou de angariar fundos para oferecer um par de sapatos a cada menino envergonhado. Na primeira semana, encheu a sala, mas depois voltou tudo ao que era dantes. Traído na sua convicção, tratou de pedir satisfações e, não só verificou que os renitentes tinham guardado o calçado a um canto com o argumento de que lhes faziam doer os pés, como percebeu que o problema deles era não conseguirem ver a utilidade prática de estarem amarrados a uma carteira várias horas por dia.

Não nego que nos tenhamos de calçar para a Web 2.0, mas isso não chega.

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30 horas de formação

Rick E Rick

Daqui a 30 horas de formação, espero ter adquirido uma perspetiva clara e aprofundada das potencialidades pedagógicas da WEB 2.0 e dominar todas as ferramentas disponíveis que me permitam pôr ao serviço da biblioteca que coordeno e das aulas que leciono esta “nova” atitude perante a informação e a comunicação. Espero ainda perceber de que forma se desenvolvem as “literacias necessárias ao acesso e uso da informação em ambientes digitais” face a um público que, na esmagadora maioria, está convencido da sua autonomia e autossuficiência.

Foto daqui.

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